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Conheça os celulares Android que não serão mais compatíveis com o WhatsApp

Conheça os celulares Android que não serão mais compatíveis com o WhatsApp


Alguns aparelhos Android não serão mais compatíveis com o app de mensagens WhatsApp. A mudança começa a vigorar já no início do próximo ano.
Para utilizar todos as funcionalidades do app atualmente, é necessário ter um smartphone com o sistema operacional 4.0.3 ou mais recente.
No Android 2.3.7 ou anterior, uma versão mais antiga do sistema, já não é possível mais criar contas novas e nem reverificar contas existentes.
No entanto, por uma liberação da plataforma, ainda é permitido usar o aplicativo de forma limitada nas versões.
Contudo, segundo o aplicativo, isso deve mudar em 2020. A partir de 01/02 não será possível usar o app (de nenhuma maneira) no Android 2.3.7 ou versões anteriores.

Fonte: O METRÔ

Alguns aparelhos Android não serão mais compatíveis com o app de mensagens WhatsApp. A mudança começa a vigorar já no início do próximo ano.
Para utilizar todos as funcionalidades do app atualmente, é necessário ter um smartphone com o sistema operacional 4.0.3 ou mais recente.
No Android 2.3.7 ou anterior, uma versão mais antiga do sistema, já não é possível mais criar contas novas e nem reverificar contas existentes.
No entanto, por uma liberação da plataforma, ainda é permitido usar o aplicativo de forma limitada nas versões.
Contudo, segundo o aplicativo, isso deve mudar em 2020. A partir de 01/02 não será possível usar o app (de nenhuma maneira) no Android 2.3.7 ou versões anteriores.

Fonte: O METRÔ

Manifestantes em Hong Kong continuam a pedir greve e boicote às aulas

Manifestantes em Hong Kong continuam a pedir greve e boicote às aulas

Manifestantes em Hong Kong continuam com seus pedidos por greve e que os alunos boicotem as aulas para mostrar resistência ao governo.
Centenas de estudantes faltaram às aulas nessa segunda-feira (2) para participar de protestos em várias partes do território. Muitos trabalhadores saíram às ruas para se unir aos manifestantes. Organizadores de um protesto em um parque central de Hong Kong disseram que cerca de 40 mil pessoas compareceram.
Conflitos ocorreram tarde da noite na península de Kowloon, quando a polícia fez uso de gás lacrimogêneo para desocupar as ruas tomadas por jovens.
A polícia de Hong Kong criticou os manifestantes, dizendo que alguns deles estão se tornando violentos e representam ameaça aos cidadãos. A polícia informou que já prendeu 1.117 pessoas desde junho, quando estourou o primeiro conflito.
A agência de notícias Reuters divulgou uma gravação com declarações da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, feitas durante reunião a portas fechadas. Em inglês, ela afirmou que se tiver escolha "o primeiro passo é desistir do cargo, com um profundo pedido de desculpas".
Carrie Lam acrescentou que tem uma capacidade "muito limitada" de resolver a crise, já que o chefe do Executivo do território serve tanto ao governo chinês quanto ao povo de Hong Kong.

*Emissora pública de televisão do Japão

Fonte: EBC
Manifestantes em Hong Kong continuam com seus pedidos por greve e que os alunos boicotem as aulas para mostrar resistência ao governo.
Centenas de estudantes faltaram às aulas nessa segunda-feira (2) para participar de protestos em várias partes do território. Muitos trabalhadores saíram às ruas para se unir aos manifestantes. Organizadores de um protesto em um parque central de Hong Kong disseram que cerca de 40 mil pessoas compareceram.
Conflitos ocorreram tarde da noite na península de Kowloon, quando a polícia fez uso de gás lacrimogêneo para desocupar as ruas tomadas por jovens.
A polícia de Hong Kong criticou os manifestantes, dizendo que alguns deles estão se tornando violentos e representam ameaça aos cidadãos. A polícia informou que já prendeu 1.117 pessoas desde junho, quando estourou o primeiro conflito.
A agência de notícias Reuters divulgou uma gravação com declarações da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, feitas durante reunião a portas fechadas. Em inglês, ela afirmou que se tiver escolha "o primeiro passo é desistir do cargo, com um profundo pedido de desculpas".
Carrie Lam acrescentou que tem uma capacidade "muito limitada" de resolver a crise, já que o chefe do Executivo do território serve tanto ao governo chinês quanto ao povo de Hong Kong.

*Emissora pública de televisão do Japão

Fonte: EBC

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Mihi vero, inquit, placet agi subtilius et, ut ipse dixisti, pressius.

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Confrontos entre torcedores e policiais deixam dezenas de mortos no Egito

Confrontos entre torcedores e policiais deixam dezenas de mortos no Egito

Mais de 20 torcedores morreram após tumulto entre torcedores do Zamalek e a polícia loca


POR MELHOR FUTEBOL DO MUNDO
Foto: AFP
Foto: AFP
Pelo menos 22 pessoas morreram, e várias ficaram feridas no Cairo, neste domingo à noite, durante confrontos entre a polícia e torcedores da equipe de futebol Zamalek, de acordo com um novo balanço divulgado, desta vez, pela Procuradoria.
Anteriormente, a agência oficial de notícias Mena havia informado um total de 14 mortos e 20 feridos.
A confusão começou antes da partida contra o Enbi, nos arredores de um estádio no nordeste da capital egípcia, quando torcedores do clube tentaram entrar à força no local, afirmou uma fonte consultada pela AFP.
A polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar os torcedores, que responderam com sinalizadores, segundo relatos da polícia e de testemunhas.
O futebol egípcio já viveu uma tragédia há dois anos, em 1º de fevereiro de 2012, quando 74 pessoas morreram, e centenas ficaram feridas, em uma briga entre torcedores do Al Alhy e do Al Masry, em Port Said.
O jogo seria aberto ao público, e não a portas fechadas, como vinha acontecendo com a maioria das partidas disputadas após o violento episódio de Port Said.
O Ministério do Interior limitou a dez mil pessoas o número de torcedores autorizados a entrar no estádio, e os ingressos se esgotaram rapidamente.
A partida começou com meia hora de atraso.

Mais de 20 torcedores morreram após tumulto entre torcedores do Zamalek e a polícia loca


POR MELHOR FUTEBOL DO MUNDO
Foto: AFP
Foto: AFP
Pelo menos 22 pessoas morreram, e várias ficaram feridas no Cairo, neste domingo à noite, durante confrontos entre a polícia e torcedores da equipe de futebol Zamalek, de acordo com um novo balanço divulgado, desta vez, pela Procuradoria.
Anteriormente, a agência oficial de notícias Mena havia informado um total de 14 mortos e 20 feridos.
A confusão começou antes da partida contra o Enbi, nos arredores de um estádio no nordeste da capital egípcia, quando torcedores do clube tentaram entrar à força no local, afirmou uma fonte consultada pela AFP.
A polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar os torcedores, que responderam com sinalizadores, segundo relatos da polícia e de testemunhas.
O futebol egípcio já viveu uma tragédia há dois anos, em 1º de fevereiro de 2012, quando 74 pessoas morreram, e centenas ficaram feridas, em uma briga entre torcedores do Al Alhy e do Al Masry, em Port Said.
O jogo seria aberto ao público, e não a portas fechadas, como vinha acontecendo com a maioria das partidas disputadas após o violento episódio de Port Said.
O Ministério do Interior limitou a dez mil pessoas o número de torcedores autorizados a entrar no estádio, e os ingressos se esgotaram rapidamente.
A partida começou com meia hora de atraso.

Motociclista filma acidente que causou sua morte

Motociclista filma acidente que causou sua morte

Motociclista filma acidente que causou sua morte (Foto: Reprodução / YouTube)
(Foto: Reprodução / YouTube)

O motociclista David Holmes, 38 anos, registrou a própria morte quando trafegava em uma estrada de Norfolk, no Reindo Unido, a 160 km/h. A vítima levava uma câmera acoplada ao capacete da motocicleta e acabou registrando seu impacto fatal contra outra veículo.
O carro fez uma conversão sem prestar atenção ao tráfego e Holmes, que estava em alta velocidade, foi pego de surpresa e não conseguiu evitar o acidente.
Após a morte do motociclista, sua mãe, Brenda, cedeu a gravação para uma campanha que alerta os motoristas do país europeu sobre os perigos do excesso de velocidade.

“Com a morte dele, nossa vida acabou. Meu coração não vai parar de doer”, disse Brenda no vídeo da campanha, que mostra os momentos finais do motociclista.
(DOL)
Motociclista filma acidente que causou sua morte (Foto: Reprodução / YouTube)
(Foto: Reprodução / YouTube)

O motociclista David Holmes, 38 anos, registrou a própria morte quando trafegava em uma estrada de Norfolk, no Reindo Unido, a 160 km/h. A vítima levava uma câmera acoplada ao capacete da motocicleta e acabou registrando seu impacto fatal contra outra veículo.
O carro fez uma conversão sem prestar atenção ao tráfego e Holmes, que estava em alta velocidade, foi pego de surpresa e não conseguiu evitar o acidente.
Após a morte do motociclista, sua mãe, Brenda, cedeu a gravação para uma campanha que alerta os motoristas do país europeu sobre os perigos do excesso de velocidade.

“Com a morte dele, nossa vida acabou. Meu coração não vai parar de doer”, disse Brenda no vídeo da campanha, que mostra os momentos finais do motociclista.
(DOL)

Assustador! Menina mumificada há 94 anos abre e fecha os olhos

Assustador! Menina mumificada há 94 anos abre e fecha os olhos

Uma história de dar arrepios! A pequena Rosália Lombardo tinha 2 anos quando morreu de pneumonia, em Palermo, na Itália, em 1920, há 94 anos. Seu pai ficou desolado e pediu que um médico embalsamasse o corpo da menina. Há pouco tempo, o corpo de Rosália foi encontrado totalmente intacto nas Catacumbas Capuchinhas de Palermo. Após a descoberta, uma câmera foi programada para registrar imagens de hora em hora do cadáver. O que surpreendeu a todos, no entanto, foi que os olhos de Rosália se abriam e fechavam todos os dias. Algumas pessoas cogitaram que a garota seria uma santa, no entanto, há uma explicação científica para o fato. Os flashes das câmeras causam uma fotodecomposição do corpo, e isso, juntamente com a oscilação de umidade, faz com que os olhos se abram e se fechem de tempos em tempos.

 As informações são do site Megacurioso     Reprodução/Megacurioso
Uma história de dar arrepios! A pequena Rosália Lombardo tinha 2 anos quando morreu de pneumonia, em Palermo, na Itália, em 1920, há 94 anos. Seu pai ficou desolado e pediu que um médico embalsamasse o corpo da menina. Há pouco tempo, o corpo de Rosália foi encontrado totalmente intacto nas Catacumbas Capuchinhas de Palermo. Após a descoberta, uma câmera foi programada para registrar imagens de hora em hora do cadáver. O que surpreendeu a todos, no entanto, foi que os olhos de Rosália se abriam e fechavam todos os dias. Algumas pessoas cogitaram que a garota seria uma santa, no entanto, há uma explicação científica para o fato. Os flashes das câmeras causam uma fotodecomposição do corpo, e isso, juntamente com a oscilação de umidade, faz com que os olhos se abram e se fechem de tempos em tempos.

 As informações são do site Megacurioso     Reprodução/Megacurioso

Jovem alemão de 23 anos tem 'buracos' na bochecha que deixam dentes à mostra

Jovem alemão de 23 anos tem 'buracos' na bochecha que deixam dentes à mostra

O alemão Joel Miggler tem 23 anos, a língua dividida em duas partes e várias tatuagens. No entanto, o que mais chama atenção no seu corpo é um 'buraco' aberto de cada lado do rosto, na área da bochecha.
Conhecido nas redes sociais como Bodymoded Punky, o jovem começou a fazer modificações pelo corpo aos 13 anos, quando alargou a orelha. Desde então, Miggler já conta com 25 perfurações de variadas formas e tamanhos.
 
Na bochecha, Miggler tem uma abertura de 3,6 centímetros. O seu objetivo é chegar a 4 centímetros. Para comer sopa, por exemplo, ele conta que fecha os 'buracos' com outro tipo de alargador, os chamados 'plugs'. "Eu posso comer e beber como uma pessoa normal", contou o alemão em entrevista ao Daily Telegraph.
 
O jovem disse ainda que não liga para o que as pessoas pensam com relação ao seu corpo. Para ele, a arte de se modificar é viciante. "Não tenho planos de parar tão cedo", declarou.









 
(Com informações do Daily Telegraph)

O alemão Joel Miggler tem 23 anos, a língua dividida em duas partes e várias tatuagens. No entanto, o que mais chama atenção no seu corpo é um 'buraco' aberto de cada lado do rosto, na área da bochecha.
Conhecido nas redes sociais como Bodymoded Punky, o jovem começou a fazer modificações pelo corpo aos 13 anos, quando alargou a orelha. Desde então, Miggler já conta com 25 perfurações de variadas formas e tamanhos.
 
Na bochecha, Miggler tem uma abertura de 3,6 centímetros. O seu objetivo é chegar a 4 centímetros. Para comer sopa, por exemplo, ele conta que fecha os 'buracos' com outro tipo de alargador, os chamados 'plugs'. "Eu posso comer e beber como uma pessoa normal", contou o alemão em entrevista ao Daily Telegraph.
 
O jovem disse ainda que não liga para o que as pessoas pensam com relação ao seu corpo. Para ele, a arte de se modificar é viciante. "Não tenho planos de parar tão cedo", declarou.









 
(Com informações do Daily Telegraph)

Brincou, levou Chifre

Brincou, levou Chifre

O toureiro Saul Jimenez Fortes é atingido por um de seus touros durante a 12ª celebração da Feira de San Isidro, nesta terça-feira (20), na Praça de Touros de Las Ventas, em Madri Kiko Huesca/ EFE
O toureiro Saul Jimenez Fortes é atingido por um de seus touros durante a 12ª celebração da Feira de San Isidro, nesta terça-feira (20), na Praça de Touros de Las Ventas, em Madri Kiko Huesca/ EFE

Justiça dos EUA diz que fundador da Telexfree fugiu para o Brasil com filha

Justiça dos EUA diz que fundador da Telexfree fugiu para o Brasil com filha

Do UOL, em São Paulo
O brasileiro Carlos Wanzeler, co-fundador da Telexfree, fugiu dos Estados Unidos para o Brasil com a filha. Ele é acusado de participar de um esquema de pirâmide financeira e considerado foragido da Justiça dos EUA desde 9 de maio. 
A informação está detalhada em um documento do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, ao qual o UOL teve acesso. O UOL entrou em contato com o advogado de Wanzeler nos EUA, mas não obteve resposta.
Arquivo pessoal/Facebook
Carlos Wanzeler e a mulher, Katia, em foto publicada em rede social
Segundo a investigação, a fuga de Wanzeler começou em 15 de abril, quando ele e a filha, Lyvia Wanzeler, cruzaram a fronteira dos EUA com o Canadá de carro, por volta das 23h no horário local. Neste dia, a Telexfree tinha sido formalmente acusada de praticar pirâmide financeira. 
Horas antes, ainda no dia 15 de abril, agentes federais fizeram uma busca na sede da Telexfree em Marlbourough, em Massachusetts, onde encontraram uma mochila com dez cheques do banco Wells Fargo totalizando quase US$ 37,9 milhões. Alguns em nome de Kátia e Carlos.
Em 17 de abril, pai e filha embarcaram no voo 90 da Air Canada, de Toronto para São Paulo. Segundo a investigação, Wanzeler entrou no país com seu passaporte brasileiro (ele também tem cidadania norte-americana).
Lyvia teria voltado aos EUA em 26 de abril, com passagem comprada para retornar ao Brasil em 4 de junho. De acordo com a investigação, a passagem foi comprada com milhas aéreas de Wanzeler. Em 1º de maio, Lyvia teria voado de Boston para a Itália.
A Telexfree vende planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP) e também é investigada no Brasil por suspeita de pirâmide financeira. A empresa está proibida de operar no país desde junho.
A formação de pirâmide financeira é uma modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

Mulher e sócio de Wanzeler estão presos nos EUA

Arquivo pessoal/Facebook
Carlos Wanzeler e a mulher, Katia, em foto publicada em rede social
O sócio de Wanzeler na Telexfree, o norte-americano James Merrill, fundador da empresa, foi preso em 9 de maio em Massachusetts, onde fica a sede da empresa nos EUA.
Desde esse dia, Wanzeler é considerado foragido pela Justiça norte-americana.
Nesta quarta-feira (14), a mulher de Wanzeler, a brasileira Katia Wanzeler, foi presa no aeroporto JFK, em Nova York, enquanto tentava sair do país. Ela é considerada uma testemunha-chave no caso, e a investigação aponta que contas bancárias em seu nome foram usadas para transferência de dinheiro da Telexfree. 

Passagem aérea comprada no Brasil, em dinheiro vivo

De acordo com o investigador Paul Melican, do Departamento de Segurança Nacional dos EUA, Katia Wanzeler teria viajado em 11 de abril para Connecticut junto com o sócio do marido, James Merril. O objetivo deles era retirar mais de US$ 27 milhões do banco Wells Fargo, maior parte desse dinheiro em cheques da Telexfree, aponta a investigação.
Segundo a investigação, um dia antes de sua prisão, alguém no Brasil comprou uma passagem para Katia, somente de ida, paga com dinheiro vivo.


Do UOL, em São Paulo
O brasileiro Carlos Wanzeler, co-fundador da Telexfree, fugiu dos Estados Unidos para o Brasil com a filha. Ele é acusado de participar de um esquema de pirâmide financeira e considerado foragido da Justiça dos EUA desde 9 de maio. 
A informação está detalhada em um documento do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, ao qual o UOL teve acesso. O UOL entrou em contato com o advogado de Wanzeler nos EUA, mas não obteve resposta.
Arquivo pessoal/Facebook
Carlos Wanzeler e a mulher, Katia, em foto publicada em rede social
Segundo a investigação, a fuga de Wanzeler começou em 15 de abril, quando ele e a filha, Lyvia Wanzeler, cruzaram a fronteira dos EUA com o Canadá de carro, por volta das 23h no horário local. Neste dia, a Telexfree tinha sido formalmente acusada de praticar pirâmide financeira. 
Horas antes, ainda no dia 15 de abril, agentes federais fizeram uma busca na sede da Telexfree em Marlbourough, em Massachusetts, onde encontraram uma mochila com dez cheques do banco Wells Fargo totalizando quase US$ 37,9 milhões. Alguns em nome de Kátia e Carlos.
Em 17 de abril, pai e filha embarcaram no voo 90 da Air Canada, de Toronto para São Paulo. Segundo a investigação, Wanzeler entrou no país com seu passaporte brasileiro (ele também tem cidadania norte-americana).
Lyvia teria voltado aos EUA em 26 de abril, com passagem comprada para retornar ao Brasil em 4 de junho. De acordo com a investigação, a passagem foi comprada com milhas aéreas de Wanzeler. Em 1º de maio, Lyvia teria voado de Boston para a Itália.
A Telexfree vende planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP) e também é investigada no Brasil por suspeita de pirâmide financeira. A empresa está proibida de operar no país desde junho.
A formação de pirâmide financeira é uma modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

Mulher e sócio de Wanzeler estão presos nos EUA

Arquivo pessoal/Facebook
Carlos Wanzeler e a mulher, Katia, em foto publicada em rede social
O sócio de Wanzeler na Telexfree, o norte-americano James Merrill, fundador da empresa, foi preso em 9 de maio em Massachusetts, onde fica a sede da empresa nos EUA.
Desde esse dia, Wanzeler é considerado foragido pela Justiça norte-americana.
Nesta quarta-feira (14), a mulher de Wanzeler, a brasileira Katia Wanzeler, foi presa no aeroporto JFK, em Nova York, enquanto tentava sair do país. Ela é considerada uma testemunha-chave no caso, e a investigação aponta que contas bancárias em seu nome foram usadas para transferência de dinheiro da Telexfree. 

Passagem aérea comprada no Brasil, em dinheiro vivo

De acordo com o investigador Paul Melican, do Departamento de Segurança Nacional dos EUA, Katia Wanzeler teria viajado em 11 de abril para Connecticut junto com o sócio do marido, James Merril. O objetivo deles era retirar mais de US$ 27 milhões do banco Wells Fargo, maior parte desse dinheiro em cheques da Telexfree, aponta a investigação.
Segundo a investigação, um dia antes de sua prisão, alguém no Brasil comprou uma passagem para Katia, somente de ida, paga com dinheiro vivo.


As abelhas estão desaparecendo. E isso é preocupante

As abelhas estão desaparecendo. E isso é preocupante

Nos últimos anos, a quantidade de abelhas tem diminuído no mundo. Pragas e uso de pesticidas estão entre as principais causas desse fenômeno, que já afeta o Brasil

Dois terços dos alimentos que nós ingerimos são cultivados com a ajuda das abelhas. Na busca de pólen, sua refeição, esses insetos polinizam plantações de frutas, legumes e grãos. Em tempos em que a escassez mundial de comida é pauta das autoridades no assunto – como a recomendação da ONU para consumir mais insetos – a perspectiva de ficar sem a ajuda desses seres no abastecimento alimentar seria alarmante. E é o que está acontecendo.

Em 2006, apicultores nos Estados Unidos começaram a notar que suas colônias de abelhas estavam desaparecendo. Cientistas investigaram e comprovaram o fenômeno, que foi batizado de colony collapse disorder (síndrome do colapso da colônia, CCD). Sete anos depois, o sumiço continua: no inverno de 2012 para 2013, dado mais recente, 31% das abelhas americanas deixaram de existir. 
O fenômeno se repetiu na Europa, onde, segundo um levantamento do Coloss, rede de cientistas de mais de 60 países que estuda o sumiço das abelhas, algumas regiões perderam até 53% de suas colônias nos últimos anos. Japão, China e o Brasil também reportaram problemas – apicultores de Santa Catarina relataram que um terço das 300.000 abelhas do Estado bateu asas em 2012.

A escassez de polinizadores já afeta alguns cultivos. Em 2013, a queda na produção elevou o preço das amêndoas nos Estados Unidos em 43% em relação ao ano anterior, segundo informações do jornal The Telegraph. Pelo mesmo motivo, o quilo da oleaginosa na Espanha, outro produtor, chegou a quase 8 euros – o mais alto desde 2005. Na França, as vítimas foram as cerejas, que passaram a ser cultivadas na Austrália, menos afetada pela falta de abelhas. No Brasil, segundo especialistas, a redução de insetos afetou a plantação de maçãs, embora as perdas não tenham sido quantificadas. "Se o problema continuar, o modelo atual de fazendas vai se tornar insustentável. O custo de produção vai subir para o produtor e para o consumidor final, de modo que diversos fazendeiros podem acabar deixando a atividade", afirma o físico brasileiro Paulo de Souza, estudioso do tema na Organização Nacional de Pesquisa Científica e Industrial da Austrália. 
Pesticidas – A causa do sumiço é um mistério que intriga os pesquisadores, a começar pelo fato de os corpos dos insetos não serem encontrados nas colmeias ou arredores. Os animais desaparecem sem deixar rastros, e os especialistas acreditam que o motivo seja uma espécie de curto-circuito no sistema de localização das abelhas, fazendo com que elas se percam. A diversidade de espécies e as peculiaridades de cada país dificultam a investigação sobre o extermínio. 
Entre os principais motivos apontados está o uso de pesticidas, especialmente os neonicotinoides, uma das classes mais utilizadas por agricultores. "Os neonicotinoides têm uma segurança grande com relação aos mamíferos, principalmente o homem, por isso são bastante utilizados. O problema é que eles afetam não apenas os insetos que são considerados pragas, mas os polinizadores também", explica Aroni Sattler, professor de agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cujo trabalho envolve ajudar apicultores a descobrir a causa da perda de suas abelhas.
As suspeitas levaram a União Europeia a banir os neonicotinoides por um período de dois anos, iniciado em julho de 2013, apesar dos protestos de produtores agrícolas e as multinacionais químicas e agroalimentícias. Nesse intervalo, será avaliado o impacto da proibição na agricultura e nas abelhas, para se decidir se a regra será mantida por mais tempo. "A medida é radical, mas necessária", diz Paulo de Souza. "Foi uma medida de precaução, mesmo critério adotado na criação do Protocolo de Kyoto."

Souza lidera um estudo que vai instalar sensores em 5 000 abelhas para monitorar sua localização em tempo real e estudar as causas do extermínio. "As pesquisas nos mostram os fatores [que causam as mortes de abelhas] com alguma segurança, mas não sabemos ainda qual é o peso de qual um deles, nem como eles se combinam", diz.
Pragas – Além dos pesticidas, vírus, fungos, bactérias e outros parasitas são apontados como vilões. O principal é o ácaro Varroa destructor, que se agarra às abelhas, suga sua hemolinfa (o “sangue” dos insetos) e pode transmitir vírus aos animais.
A Austrália é, atualmente, o único país do planeta que ainda não foi atingido pelo Varroa. Para manter o status de abelhas mais saudáveis existentes, cuidados relativos à biossegurança foram adotados por lá. Segundo Souza, todos os aeroportos contam com cães especialistas em farejar frutas na bagagem dos passageiros, norma que evita a contaminação mesmo entre os Estados australianos.
Outras causas – A monocultura e o manejo inadequado das colmeias por parte dos criadores também atrapalham os insetos. Uma área de plantação extensa com apenas um tipo de planta, como a soja ou o girassol, faz com que as abelhas colocadas para trabalhar naquela região se alimentem de um tipo de pólen exclusivamente. A restrição causa má-nutrição, uma vez o pólen de cada planta possui uma composição diferente de proteína. "A abelha evoluiu com as plantas que se reproduzem por meio de flores, uma dependendo da outra, enquanto a monocultura é mais recente", explica Sattler.

Em busca de aumentar a produtividade, algumas práticas de manejo das colmeias estressam os animais, o que pode reduzir seu tempo de vida. De acordo com Paulo de Souza, criadores colocam uma espécie de "tapete grudento" na entrada da colmeia, que retém todo o pólen que a abelha recolheu durante seu voo, obrigando-a a sair novamente em busca de alimento.

Além disso, suspeita-se que a poluição do ar e até mesmo sinais de torres de celular poderiam influenciar o sistema de orientação desses insetos. Essas teorias ainda não foram comprovadas.

Enquanto o sumiço das abelhas não é desvendado, a ciência falha em encontrar formas de substitui-las. A solução mais próxima é colocar o próprio homem para fazer o trabalho. "Em regiões da China onde a população de abelhas foi reduzida drasticamente, fazendeiros de maçã precisam de empregados para fazer a polinização manual", afirma Rodolfo Jaffe, pós-doutorando do laboratório de abelhas da USP. A tarefa é realizada com auxílio de envelopes de pólen e um tipo de vareta com a qual os trabalhadores tocam as flores. Mas o processo é mais demorado e caro do que o das abelhas e menos eficiente.

​Problema nacional – No Brasil, apicultores de diversos Estados têm relatado perdas substanciais – e muitas vezes inexplicáveis – em suas colmeias. Além de Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul estão entre os afetados. "Por enquanto, parece que temos casos mais isolados e em menor escala do que nos Estados Unidos e na Europa", afirma David De Jong, professor de genética da USP de Ribeirão Preto. Americano, ele veio para o Brasil na década de 1980 para estudar o ácaro Varroa – recém-descoberto na época.
Uma das razões é que as abelhas daqui são diferentes das mais comuns da Europa e dos Estados Unidos. A espécie brasileira é chamada de africanizada, porque sofreu cruzamento, há mais de cinco décadas. O resultado são insetos mais resistentes a doenças e capazes de se reproduzir mais rapidamente – com desvantagem de serem mais agressivos. "A abelha africanizada se adapta muito bem ao ambiente, exceto o frio excessivo. Por essa razão, ela não é utilizada na Europa", explica Aroni Sattler.

Para Lionel Gonçalves, professor aposentado da USP de Ribeirão Preto, o Brasil sofre com um uso indiscriminado de agrotóxicos, e não tem uma legislação de restrição efetiva. Lionel é um dos idealizadores do projeto Bee or not to be (abelhas ou não ser, em tradução livre, fazendo um trocadilho com a frase de Shakespeare), uma campanha de proteção das abelhas, lançada no ano passado. O objetivo é alertar a população e buscar apoio para proteção dos insetos no Brasil e no mundo. A campanha está recolhendo assinaturas para uma petição, que deve ser entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Meio Ambiente em novembro deste ano, exigindo ações efetivas no combate ao CCD.

Algumas medidas simples trariam grandes benefícios. "Os produtores poderiam aplicar os pesticidas na temporada certa, não durante as floradas, e com cuidado, apenas sobre o cultivo. Usá-los no fim do dia, quando as abelhas já estão em casa, também reduziria os danos", diz Sattler.

Juliana Santos (Veja)

Nos últimos anos, a quantidade de abelhas tem diminuído no mundo. Pragas e uso de pesticidas estão entre as principais causas desse fenômeno, que já afeta o Brasil

Dois terços dos alimentos que nós ingerimos são cultivados com a ajuda das abelhas. Na busca de pólen, sua refeição, esses insetos polinizam plantações de frutas, legumes e grãos. Em tempos em que a escassez mundial de comida é pauta das autoridades no assunto – como a recomendação da ONU para consumir mais insetos – a perspectiva de ficar sem a ajuda desses seres no abastecimento alimentar seria alarmante. E é o que está acontecendo.

Em 2006, apicultores nos Estados Unidos começaram a notar que suas colônias de abelhas estavam desaparecendo. Cientistas investigaram e comprovaram o fenômeno, que foi batizado de colony collapse disorder (síndrome do colapso da colônia, CCD). Sete anos depois, o sumiço continua: no inverno de 2012 para 2013, dado mais recente, 31% das abelhas americanas deixaram de existir. 
O fenômeno se repetiu na Europa, onde, segundo um levantamento do Coloss, rede de cientistas de mais de 60 países que estuda o sumiço das abelhas, algumas regiões perderam até 53% de suas colônias nos últimos anos. Japão, China e o Brasil também reportaram problemas – apicultores de Santa Catarina relataram que um terço das 300.000 abelhas do Estado bateu asas em 2012.

A escassez de polinizadores já afeta alguns cultivos. Em 2013, a queda na produção elevou o preço das amêndoas nos Estados Unidos em 43% em relação ao ano anterior, segundo informações do jornal The Telegraph. Pelo mesmo motivo, o quilo da oleaginosa na Espanha, outro produtor, chegou a quase 8 euros – o mais alto desde 2005. Na França, as vítimas foram as cerejas, que passaram a ser cultivadas na Austrália, menos afetada pela falta de abelhas. No Brasil, segundo especialistas, a redução de insetos afetou a plantação de maçãs, embora as perdas não tenham sido quantificadas. "Se o problema continuar, o modelo atual de fazendas vai se tornar insustentável. O custo de produção vai subir para o produtor e para o consumidor final, de modo que diversos fazendeiros podem acabar deixando a atividade", afirma o físico brasileiro Paulo de Souza, estudioso do tema na Organização Nacional de Pesquisa Científica e Industrial da Austrália. 
Pesticidas – A causa do sumiço é um mistério que intriga os pesquisadores, a começar pelo fato de os corpos dos insetos não serem encontrados nas colmeias ou arredores. Os animais desaparecem sem deixar rastros, e os especialistas acreditam que o motivo seja uma espécie de curto-circuito no sistema de localização das abelhas, fazendo com que elas se percam. A diversidade de espécies e as peculiaridades de cada país dificultam a investigação sobre o extermínio. 
Entre os principais motivos apontados está o uso de pesticidas, especialmente os neonicotinoides, uma das classes mais utilizadas por agricultores. "Os neonicotinoides têm uma segurança grande com relação aos mamíferos, principalmente o homem, por isso são bastante utilizados. O problema é que eles afetam não apenas os insetos que são considerados pragas, mas os polinizadores também", explica Aroni Sattler, professor de agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cujo trabalho envolve ajudar apicultores a descobrir a causa da perda de suas abelhas.
As suspeitas levaram a União Europeia a banir os neonicotinoides por um período de dois anos, iniciado em julho de 2013, apesar dos protestos de produtores agrícolas e as multinacionais químicas e agroalimentícias. Nesse intervalo, será avaliado o impacto da proibição na agricultura e nas abelhas, para se decidir se a regra será mantida por mais tempo. "A medida é radical, mas necessária", diz Paulo de Souza. "Foi uma medida de precaução, mesmo critério adotado na criação do Protocolo de Kyoto."

Souza lidera um estudo que vai instalar sensores em 5 000 abelhas para monitorar sua localização em tempo real e estudar as causas do extermínio. "As pesquisas nos mostram os fatores [que causam as mortes de abelhas] com alguma segurança, mas não sabemos ainda qual é o peso de qual um deles, nem como eles se combinam", diz.
Pragas – Além dos pesticidas, vírus, fungos, bactérias e outros parasitas são apontados como vilões. O principal é o ácaro Varroa destructor, que se agarra às abelhas, suga sua hemolinfa (o “sangue” dos insetos) e pode transmitir vírus aos animais.
A Austrália é, atualmente, o único país do planeta que ainda não foi atingido pelo Varroa. Para manter o status de abelhas mais saudáveis existentes, cuidados relativos à biossegurança foram adotados por lá. Segundo Souza, todos os aeroportos contam com cães especialistas em farejar frutas na bagagem dos passageiros, norma que evita a contaminação mesmo entre os Estados australianos.
Outras causas – A monocultura e o manejo inadequado das colmeias por parte dos criadores também atrapalham os insetos. Uma área de plantação extensa com apenas um tipo de planta, como a soja ou o girassol, faz com que as abelhas colocadas para trabalhar naquela região se alimentem de um tipo de pólen exclusivamente. A restrição causa má-nutrição, uma vez o pólen de cada planta possui uma composição diferente de proteína. "A abelha evoluiu com as plantas que se reproduzem por meio de flores, uma dependendo da outra, enquanto a monocultura é mais recente", explica Sattler.

Em busca de aumentar a produtividade, algumas práticas de manejo das colmeias estressam os animais, o que pode reduzir seu tempo de vida. De acordo com Paulo de Souza, criadores colocam uma espécie de "tapete grudento" na entrada da colmeia, que retém todo o pólen que a abelha recolheu durante seu voo, obrigando-a a sair novamente em busca de alimento.

Além disso, suspeita-se que a poluição do ar e até mesmo sinais de torres de celular poderiam influenciar o sistema de orientação desses insetos. Essas teorias ainda não foram comprovadas.

Enquanto o sumiço das abelhas não é desvendado, a ciência falha em encontrar formas de substitui-las. A solução mais próxima é colocar o próprio homem para fazer o trabalho. "Em regiões da China onde a população de abelhas foi reduzida drasticamente, fazendeiros de maçã precisam de empregados para fazer a polinização manual", afirma Rodolfo Jaffe, pós-doutorando do laboratório de abelhas da USP. A tarefa é realizada com auxílio de envelopes de pólen e um tipo de vareta com a qual os trabalhadores tocam as flores. Mas o processo é mais demorado e caro do que o das abelhas e menos eficiente.

​Problema nacional – No Brasil, apicultores de diversos Estados têm relatado perdas substanciais – e muitas vezes inexplicáveis – em suas colmeias. Além de Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul estão entre os afetados. "Por enquanto, parece que temos casos mais isolados e em menor escala do que nos Estados Unidos e na Europa", afirma David De Jong, professor de genética da USP de Ribeirão Preto. Americano, ele veio para o Brasil na década de 1980 para estudar o ácaro Varroa – recém-descoberto na época.
Uma das razões é que as abelhas daqui são diferentes das mais comuns da Europa e dos Estados Unidos. A espécie brasileira é chamada de africanizada, porque sofreu cruzamento, há mais de cinco décadas. O resultado são insetos mais resistentes a doenças e capazes de se reproduzir mais rapidamente – com desvantagem de serem mais agressivos. "A abelha africanizada se adapta muito bem ao ambiente, exceto o frio excessivo. Por essa razão, ela não é utilizada na Europa", explica Aroni Sattler.

Para Lionel Gonçalves, professor aposentado da USP de Ribeirão Preto, o Brasil sofre com um uso indiscriminado de agrotóxicos, e não tem uma legislação de restrição efetiva. Lionel é um dos idealizadores do projeto Bee or not to be (abelhas ou não ser, em tradução livre, fazendo um trocadilho com a frase de Shakespeare), uma campanha de proteção das abelhas, lançada no ano passado. O objetivo é alertar a população e buscar apoio para proteção dos insetos no Brasil e no mundo. A campanha está recolhendo assinaturas para uma petição, que deve ser entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Meio Ambiente em novembro deste ano, exigindo ações efetivas no combate ao CCD.

Algumas medidas simples trariam grandes benefícios. "Os produtores poderiam aplicar os pesticidas na temporada certa, não durante as floradas, e com cuidado, apenas sobre o cultivo. Usá-los no fim do dia, quando as abelhas já estão em casa, também reduziria os danos", diz Sattler.

Juliana Santos (Veja)

Facebook é processado por supostamente monitorar chat privado de usuários

Facebook é processado por supostamente monitorar chat privado de usuários

O Facebook está sendo alvo de uma ação federal conjunta por acessar mensagens privadas de usuários da rede social. Segundo o processo, registrado na Califórnia (Estados Unidos) nesta quinta-feira (2), a rede social tem acessado essas mensagens para "melhorar seus algoritmos de marketing e aumentar a habilidade da rede social de obter mais lucros com dados de usuários".
 
"Nós acreditamos que essas alegações não têm fundamento e nós vamos nos defender de forma energética", informou um porta-voz do Facebook ao site de tecnologia americano "Cnet".
 
A ação descreve que a rede social considera cada link trocado durante uma troca de mensagens privadas como uma curtida. Essa informação ajuda o Facebook a entender o hábito de um perfil e até fazer com que este usuário receba publicidade dirigida baseada nessa informação.
 
Matthew Campbell e Michael Hurley, os autores do processo, alegam que esta prática viola o Electronic Communications Privacy Act, uma lei americana que determina regras para privacidade em meios eletrônicos.
 
"Fazer com que os usuários acreditem que as mensagens que eles trocam são privadas cria uma oportunidade especialmente lucrativa para o Facebook, porque quem utiliza o serviço acredita que a comunicação por esse meio é livre de vigilância. Isso faz com que as pessoas estejam mais propícias a revelarem fatos que elas não diriam se soubessem que esse conteúdo está sendo monitorado", dizem os autores do processo.
 
A acusação quer que o Facebook pare de monitorar os conteúdos trocados por mensagens privadas e ainda seja punido com uma multa de US$ 100 (cerca de R$ 238) para cada dia que a rede social fez tal prática.
O Facebook está sendo alvo de uma ação federal conjunta por acessar mensagens privadas de usuários da rede social. Segundo o processo, registrado na Califórnia (Estados Unidos) nesta quinta-feira (2), a rede social tem acessado essas mensagens para "melhorar seus algoritmos de marketing e aumentar a habilidade da rede social de obter mais lucros com dados de usuários".
 
"Nós acreditamos que essas alegações não têm fundamento e nós vamos nos defender de forma energética", informou um porta-voz do Facebook ao site de tecnologia americano "Cnet".
 
A ação descreve que a rede social considera cada link trocado durante uma troca de mensagens privadas como uma curtida. Essa informação ajuda o Facebook a entender o hábito de um perfil e até fazer com que este usuário receba publicidade dirigida baseada nessa informação.
 
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"Fazer com que os usuários acreditem que as mensagens que eles trocam são privadas cria uma oportunidade especialmente lucrativa para o Facebook, porque quem utiliza o serviço acredita que a comunicação por esse meio é livre de vigilância. Isso faz com que as pessoas estejam mais propícias a revelarem fatos que elas não diriam se soubessem que esse conteúdo está sendo monitorado", dizem os autores do processo.
 
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