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Bolsonaro convoca reunião extraordinária com ministros para reagir ao STF

Bolsonaro convoca reunião extraordinária com ministros para reagir ao STF

O presidente Jair Bolsonaro convocou todos os seus ministros para uma reunião extraordinária nesta quarta-feira (27), no Palácio do Planalto.
O encontro começou por volta das 16h30.
Segundo seus assessores, o assunto deve ser uma possível reação às últimas ações do STF.
“A reação vai ser forte”, teria afirmado um auxiliar direto de Bolsonaro.
A informação é do Antagonista.
O presidente Jair Bolsonaro convocou todos os seus ministros para uma reunião extraordinária nesta quarta-feira (27), no Palácio do Planalto.
O encontro começou por volta das 16h30.
Segundo seus assessores, o assunto deve ser uma possível reação às últimas ações do STF.
“A reação vai ser forte”, teria afirmado um auxiliar direto de Bolsonaro.
A informação é do Antagonista.

Após operação da PF, Mendonça defende liberdade de "criticar" ministros do STF

Após operação da PF, Mendonça defende liberdade de "criticar" ministros do STF


O ministro da Justiça, André Mendonça, comentou no Twitter as ações realizadas pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (27) no âmbito do inquérito que investiga um esquema de criação de fake news. 
Em uma série de tweets, Mendonça defendeu "o inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes". Ele afirmou que "intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia".
"Assim, na qualidade de Ministro da Justiça e Segurança Pública, defendo que todas as investigações sejam submetidas às regras do Estado Democrático de Direito, sem que sejam violados pilares fundamentais e irrenunciáveis da democracia", concluiu.

BRASIL 247

O ministro da Justiça, André Mendonça, comentou no Twitter as ações realizadas pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (27) no âmbito do inquérito que investiga um esquema de criação de fake news. 
Em uma série de tweets, Mendonça defendeu "o inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes". Ele afirmou que "intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia".
"Assim, na qualidade de Ministro da Justiça e Segurança Pública, defendo que todas as investigações sejam submetidas às regras do Estado Democrático de Direito, sem que sejam violados pilares fundamentais e irrenunciáveis da democracia", concluiu.

BRASIL 247

Jênio: Bolsonaro se confunde sobre impostos e solta que não entende “nada de economia”

Jênio: Bolsonaro se confunde sobre impostos e solta que não entende “nada de economia”

O presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente afirma não entender nada de economia, confundiu três vezes tarifas de importação com impostos sobre empresas durante visita oficial à Índia, afirmando que redução de impostos poderia quebrar a indústria brasileira.
Indagado pelo jornalista do Valor sobre a possibilidade de reduzir impostos para as empresas no Brasil crescerem mais, como vem acenando o ministro da Economia, Paulo Guedes, e como fez recentemente o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, Bolsonaro afirmou: “O Guedes já me disse que, se fizer de uma hora para outra, ele quebra a indústria nacional”, disse
.“E imposto não é só o governo federal. Temos os estaduais e os municipais.”
(…)
“Eu já falei que não entendo nada de economia. Eu contratei um ‘posto Ipiranga’… E eu não vou contratar o Nelson Piquet para trabalhar comigo e botar do lado, enquanto eu dirijo o carro.”
(…)

Fonte: DCM
O presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente afirma não entender nada de economia, confundiu três vezes tarifas de importação com impostos sobre empresas durante visita oficial à Índia, afirmando que redução de impostos poderia quebrar a indústria brasileira.
Indagado pelo jornalista do Valor sobre a possibilidade de reduzir impostos para as empresas no Brasil crescerem mais, como vem acenando o ministro da Economia, Paulo Guedes, e como fez recentemente o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, Bolsonaro afirmou: “O Guedes já me disse que, se fizer de uma hora para outra, ele quebra a indústria nacional”, disse
.“E imposto não é só o governo federal. Temos os estaduais e os municipais.”
(…)
“Eu já falei que não entendo nada de economia. Eu contratei um ‘posto Ipiranga’… E eu não vou contratar o Nelson Piquet para trabalhar comigo e botar do lado, enquanto eu dirijo o carro.”
(…)

Fonte: DCM

Fim da aposentadoria especial é o maior crime da reforma da Previdência, afirma Paim

Fim da aposentadoria especial é o maior crime da reforma da Previdência, afirma Paim

Senador Paulo Paim

São Paulo – O senador Paulo Paim (PT-RS), que tem lutado para defender o interesse dos trabalhadores na reforma da Previdência, afirmou na quinta-feira (19) que o maior crime do texto que tramita na Casa, depois de ter sido aprovado em primeira votação na Câmara dos Deputados, é o fim da aposentadoria especial.
“Vigilantes, guardas de trânsito, guardas municipais, eletricitários, quem trabalha com produtos químicos e explosivos… Retiram da Constituição a palavra ‘periculosidade’. Ou seja, proíbem quem trabalha em área de alto risco, com essa supressão, e deixam lá depois, afirmando que é proibido aposentadoria por periculosidade. Isso para mim é o maior crime que essa reforma comete”, disse à Rádio Senado.
O texto da reforma da Previdência estabelece regras mais brandas de aposentadoria para policiais federais, civis, agentes penitenciários e educativos. Além de policiais militares, e bombeiros.
O texto retira do regime especial os guardas municipais, vigilantes e agentes de trânsito que passam a ficar sujeitos às mesmas regras dos demais servidores, 62 anos para as mulheres e 65 para os  homens, com 25 anos de contribuição.
O secretário da Federação Nacional dos Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil eu, José Rogério, disse que a diferença na aposentadoria desses trabalhadores não é um privilégio, mas uma necessidade
“Não faltam evidências de que nós, guardas municipais, somos submetidos a condições excepcionais na nossa árdua tarefa de garantir a segurança da população. Longe, mas longe mesmo de querermos privilégio, ou somente um direito. A aposentadoria especial para os guardas é inegavelmente uma questão de justiça. E infelizmente tanto o governo federal quanto a Câmara dos Deputados cometeram uma tremenda injustiça.”
*Com informações da Lívia Torres, da Rádio Senado.
Senador Paulo Paim

São Paulo – O senador Paulo Paim (PT-RS), que tem lutado para defender o interesse dos trabalhadores na reforma da Previdência, afirmou na quinta-feira (19) que o maior crime do texto que tramita na Casa, depois de ter sido aprovado em primeira votação na Câmara dos Deputados, é o fim da aposentadoria especial.
“Vigilantes, guardas de trânsito, guardas municipais, eletricitários, quem trabalha com produtos químicos e explosivos… Retiram da Constituição a palavra ‘periculosidade’. Ou seja, proíbem quem trabalha em área de alto risco, com essa supressão, e deixam lá depois, afirmando que é proibido aposentadoria por periculosidade. Isso para mim é o maior crime que essa reforma comete”, disse à Rádio Senado.
O texto da reforma da Previdência estabelece regras mais brandas de aposentadoria para policiais federais, civis, agentes penitenciários e educativos. Além de policiais militares, e bombeiros.
O texto retira do regime especial os guardas municipais, vigilantes e agentes de trânsito que passam a ficar sujeitos às mesmas regras dos demais servidores, 62 anos para as mulheres e 65 para os  homens, com 25 anos de contribuição.
O secretário da Federação Nacional dos Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil eu, José Rogério, disse que a diferença na aposentadoria desses trabalhadores não é um privilégio, mas uma necessidade
“Não faltam evidências de que nós, guardas municipais, somos submetidos a condições excepcionais na nossa árdua tarefa de garantir a segurança da população. Longe, mas longe mesmo de querermos privilégio, ou somente um direito. A aposentadoria especial para os guardas é inegavelmente uma questão de justiça. E infelizmente tanto o governo federal quanto a Câmara dos Deputados cometeram uma tremenda injustiça.”
*Com informações da Lívia Torres, da Rádio Senado.

Ricardo Salles humilha o Partido Novo

Ricardo Salles humilha o Partido Novo

Com a enorme crise ambiental aberta por misteriosas queimadas na Amazônia, Jair Bolsonaro (PSL) recebeu críticas do presidente francês, Emmanuel Macron, e apoio de Donald Trump. No Brasil, sua tropa de choque se resumiu aos filhos e ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Partido Novo). As queimadas ocorreram em governos anteriores também, mas é inegável que falas do presidente autorizaram, informalmente, a aceleração da destruição. A dupla Bolsonaro-Salles conseguiu algo raro: tornar o tema do meio ambiente o mais discutido dos últimos tempos.
Ninguém é responsável por Bolsonaro. Ele foi eleito e cumpre seu mandato. O presidente é responsável por seus ministros. Escolheu-os com base em critérios de lealdade e competência presumidas, bem como o grau de afinidade ideológica. Um ministro pode ser leal ao presidente e também ao partido do presidente ou a um partido político da coalizão. Pode, por exemplo, ser muito afinado ideologicamente com o presidente e não o conhecer o suficiente para estabelecer uma clara relação de “lealdade”, como é o caso de Ricardo Salles.
É interessante que Bolsonaro e o Partido Novo são ambos fenômenos “anti-sistema” que precisam sinalizar, de alguma maneira, um mínimo de normalidade. O presidente faz isso ao respeitar decisões do Congresso e do Judiciário, ainda que sua retórica seja, às vezes, insana. E o Partido Novo também mostra vontade de continuar na política “normal” ao participar do governo através de um ministério.
O problema é que o radicalismo do governo extrapolou a retórica na questão ambiental. Bolsonaro e Salles são piromaníacos da boca para fora – e isso é suficiente para que seus desejos nada discretos sejam realizados por outros. Contra Bolsonaro não há o que fazer, exceto esperar que a pressão internacional sossegue seu facho. Salles é um caso diferente. Ministros não respondem apenas a seu chefe imediato, o presidente. Prestam contas também aos partidos políticos a que pertencem.
Aí se revela a covardia de João Amoêdo, o cacique do Novo. O partido editou em 31 de maio uma resolução que trata do afastamento de filiados que ocupam cargos ministeriais sem indicação do partido. Mas não há efeito retroativo. Era uma maneira que se presumia engenhosa para o partido não arcar com o custo de iniciar um processo de expulsão do ministro Salles, que parece estar muito mais à direita do que o partido esperava.
Tudo parece mais esquisito se lembrarmos que Salles foi candidato a deputado federal pelo Novo no ano passado em São Paulo. O jovem partido se gaba de ser mais honesto do que outros porque exige que seus candidatos passem por um intrincado processo seletivo. Fica bem pior dizer que o ministro não é quem eles pensavam.
Agora um peixe médio – Chicão Bulhões, deputado estadual no Rio de Janeiro – e dois peixes pequenos do Novo (um ex-candidato ao governo do Rio, Marcelo Trindade, e ex-candidato a deputado federal, Ricardo Rangel) pedem a suspensão imediata de Salles. Citam “postura inadequada” e desdém a dados científicos como motivos. Também afirmam que o ministro não tem cumprido o que a organização propõe na área ambiental. Mas uma consulta ao site do Novo mostra que o partido não pensa nada sobre o assunto. O tópico “Meio Ambiente” não consta de nenhuma página do site.
O caso de Ricardo Salles mostra que o Partido Novo tentou se safar, com uma resolução inócua, de uma decisão difícil sobre um ministro que comanda uma política pública que o próprio partido enxerga como irrelevante.
Com a enorme crise ambiental aberta por misteriosas queimadas na Amazônia, Jair Bolsonaro (PSL) recebeu críticas do presidente francês, Emmanuel Macron, e apoio de Donald Trump. No Brasil, sua tropa de choque se resumiu aos filhos e ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Partido Novo). As queimadas ocorreram em governos anteriores também, mas é inegável que falas do presidente autorizaram, informalmente, a aceleração da destruição. A dupla Bolsonaro-Salles conseguiu algo raro: tornar o tema do meio ambiente o mais discutido dos últimos tempos.
Ninguém é responsável por Bolsonaro. Ele foi eleito e cumpre seu mandato. O presidente é responsável por seus ministros. Escolheu-os com base em critérios de lealdade e competência presumidas, bem como o grau de afinidade ideológica. Um ministro pode ser leal ao presidente e também ao partido do presidente ou a um partido político da coalizão. Pode, por exemplo, ser muito afinado ideologicamente com o presidente e não o conhecer o suficiente para estabelecer uma clara relação de “lealdade”, como é o caso de Ricardo Salles.
É interessante que Bolsonaro e o Partido Novo são ambos fenômenos “anti-sistema” que precisam sinalizar, de alguma maneira, um mínimo de normalidade. O presidente faz isso ao respeitar decisões do Congresso e do Judiciário, ainda que sua retórica seja, às vezes, insana. E o Partido Novo também mostra vontade de continuar na política “normal” ao participar do governo através de um ministério.
O problema é que o radicalismo do governo extrapolou a retórica na questão ambiental. Bolsonaro e Salles são piromaníacos da boca para fora – e isso é suficiente para que seus desejos nada discretos sejam realizados por outros. Contra Bolsonaro não há o que fazer, exceto esperar que a pressão internacional sossegue seu facho. Salles é um caso diferente. Ministros não respondem apenas a seu chefe imediato, o presidente. Prestam contas também aos partidos políticos a que pertencem.
Aí se revela a covardia de João Amoêdo, o cacique do Novo. O partido editou em 31 de maio uma resolução que trata do afastamento de filiados que ocupam cargos ministeriais sem indicação do partido. Mas não há efeito retroativo. Era uma maneira que se presumia engenhosa para o partido não arcar com o custo de iniciar um processo de expulsão do ministro Salles, que parece estar muito mais à direita do que o partido esperava.
Tudo parece mais esquisito se lembrarmos que Salles foi candidato a deputado federal pelo Novo no ano passado em São Paulo. O jovem partido se gaba de ser mais honesto do que outros porque exige que seus candidatos passem por um intrincado processo seletivo. Fica bem pior dizer que o ministro não é quem eles pensavam.
Agora um peixe médio – Chicão Bulhões, deputado estadual no Rio de Janeiro – e dois peixes pequenos do Novo (um ex-candidato ao governo do Rio, Marcelo Trindade, e ex-candidato a deputado federal, Ricardo Rangel) pedem a suspensão imediata de Salles. Citam “postura inadequada” e desdém a dados científicos como motivos. Também afirmam que o ministro não tem cumprido o que a organização propõe na área ambiental. Mas uma consulta ao site do Novo mostra que o partido não pensa nada sobre o assunto. O tópico “Meio Ambiente” não consta de nenhuma página do site.
O caso de Ricardo Salles mostra que o Partido Novo tentou se safar, com uma resolução inócua, de uma decisão difícil sobre um ministro que comanda uma política pública que o próprio partido enxerga como irrelevante.

Bolsonaro diz que 'pessoas que têm mais cultura têm menos filhos'

Bolsonaro diz que 'pessoas que têm mais cultura têm menos filhos'






Em entrevista coletiva nesta manhã, presidente disse que ele era uma exceção à regra

O presidente Jair Bolsonaro: menos impostos para videogames. ADRIANO MACHADO / REUTERS

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que "pessoas que têm mais cultura têm menos filhos" ao defender uma política de planejamento familiar. Em entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que ele era "uma exceção à regra".
Em seguida, ele defendeu a adoção de uma política de planejamento familiar, apontando que nascem 70 milhões de pessoas no mundo por ano. Pai de cinco filhos, ele citou o próprio exemplo como uma exceção.

— Não é controle não, você vai botar na capa da "Folha" amanhã que eu tô dizendo que tem que ter controle de natalidade. Planejamento familiar. Você olha que as as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos. Eu sou uma exceção à regra, tenho cinco, tá certo? Mas como regra é isso — afirmou após apontar que nascem 70 milhões de pessoas no mundo por ano.
O presidente disse que o mundo tem hoje aproximadamente 7,6 bilhões de habitantes e se referiu a números que disse ter recebido do Ministério da Defesa, contabilizados no alistamento militar obrigatório, que equivale a nascidos há 18 anos, para dizer que o Brasil ganha um pouco mais de 2 milhões de habitantes anualmente.


— O pessoal tem que comer. E como é que você tem que estimular o agronegócio? É a parte da economia que mais está dando certo no Brasil. Nós concorremos com Austrália, Estados Unidos, então temos que colaborar com esse setor — afirmou.
Ainda durante a coletiva, em meio a uma resposta sobre os efeitos do desenvolvimento da agropecuária para o meio ambiente no Brasil, o presidente sugeriu que um repórter "faça cocô dia sim, dia não" e coma menos para combater a poluição ambiental. Ele havia sido questionado se é possível fazer o país crescer com preservação, depois de destacar a necessidade de alimentar a população crescente e dizer que que a pressão internacional contra o desmatamento ocorre porque "eles querem a Amazônia.
— É lógico que sim [é possível crescer com preservação]. É só você deixar de comer menos um pouquinho. Quando se fala em poluição ambiental, é só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também, tá certo? — declarou o presidente, durante entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã.


Fonte: O GLOBO






Em entrevista coletiva nesta manhã, presidente disse que ele era uma exceção à regra

O presidente Jair Bolsonaro: menos impostos para videogames. ADRIANO MACHADO / REUTERS

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que "pessoas que têm mais cultura têm menos filhos" ao defender uma política de planejamento familiar. Em entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que ele era "uma exceção à regra".
Em seguida, ele defendeu a adoção de uma política de planejamento familiar, apontando que nascem 70 milhões de pessoas no mundo por ano. Pai de cinco filhos, ele citou o próprio exemplo como uma exceção.

— Não é controle não, você vai botar na capa da "Folha" amanhã que eu tô dizendo que tem que ter controle de natalidade. Planejamento familiar. Você olha que as as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos. Eu sou uma exceção à regra, tenho cinco, tá certo? Mas como regra é isso — afirmou após apontar que nascem 70 milhões de pessoas no mundo por ano.
O presidente disse que o mundo tem hoje aproximadamente 7,6 bilhões de habitantes e se referiu a números que disse ter recebido do Ministério da Defesa, contabilizados no alistamento militar obrigatório, que equivale a nascidos há 18 anos, para dizer que o Brasil ganha um pouco mais de 2 milhões de habitantes anualmente.


— O pessoal tem que comer. E como é que você tem que estimular o agronegócio? É a parte da economia que mais está dando certo no Brasil. Nós concorremos com Austrália, Estados Unidos, então temos que colaborar com esse setor — afirmou.
Ainda durante a coletiva, em meio a uma resposta sobre os efeitos do desenvolvimento da agropecuária para o meio ambiente no Brasil, o presidente sugeriu que um repórter "faça cocô dia sim, dia não" e coma menos para combater a poluição ambiental. Ele havia sido questionado se é possível fazer o país crescer com preservação, depois de destacar a necessidade de alimentar a população crescente e dizer que que a pressão internacional contra o desmatamento ocorre porque "eles querem a Amazônia.
— É lógico que sim [é possível crescer com preservação]. É só você deixar de comer menos um pouquinho. Quando se fala em poluição ambiental, é só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também, tá certo? — declarou o presidente, durante entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã.


Fonte: O GLOBO

Pesquisa Ibope: Flávio Dino ladeira abaixo

Pesquisa Ibope: Flávio Dino ladeira abaixo

Lobão Filho diminui diferença para 12 pontos.
SÃO LUÍS – Foi divulgado hoje (6) o resultado da primeira pesquisa do Ibope/TV Mirante sobre as Eleições de 2014. A diferença entre os candidatos ao governo do Maranhão Lobão Filho (PMDB) e Flávio Dino (PC do B) é de apenas 12 pontos.
Apesar de aparecer com 42% das intenções de voto, o candidato do PC do B ainda corre o risco de disputar o segundo turno das eleições com Lobão, já que o percentual de indecisos é expressivo: 18%.
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores e foi realizada entre 3 a 5 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Veja no gráfico, abaixo, o resultado completo da pesquisa:

Arte: Maurício Araya/Imirane.com.
Lobão Filho diminui diferença para 12 pontos.
SÃO LUÍS – Foi divulgado hoje (6) o resultado da primeira pesquisa do Ibope/TV Mirante sobre as Eleições de 2014. A diferença entre os candidatos ao governo do Maranhão Lobão Filho (PMDB) e Flávio Dino (PC do B) é de apenas 12 pontos.
Apesar de aparecer com 42% das intenções de voto, o candidato do PC do B ainda corre o risco de disputar o segundo turno das eleições com Lobão, já que o percentual de indecisos é expressivo: 18%.
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores e foi realizada entre 3 a 5 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Veja no gráfico, abaixo, o resultado completo da pesquisa:

Arte: Maurício Araya/Imirane.com.

Pré-candidato a governo do Maranhão

Pré-candidato a governo do Maranhão

O pré-candidato peemedebista ao governo ouviu dos empresários do setor rural que o Estado precisa investir mais no armazenamento apropriado, na garantia de energia e no escoamento da produção; segundo o senador, com a construção de novas estradas chegam mais empresas para gerar empregos e renda. Para Lobão Filho se faz necessário pôr fim aos entraves  burocráticos no serviço público. O senador Lobão Filho (PMDB) pré-candidato ao governo estadual propôs uma ação mais empreendedora no setor agroindustrial do estado ao abrir a 12ª Agrobalsas ontem, na cidade de Balsas, no sul do Maranhão.
Segundo Lobão Filho, a visão empreendedora da agricultura industrial da Região Sul do Maranhão deve ser levada para outras regiões do estado, onde for possível plantar para gerar empregos e renda nos municípios.
Para o pré-candidato peemedebista, "temos que buscar as vocações de cada local. E aquela cidade que tiver vocação à agricultura, podemos buscar ações e linhas de trabalho junto a CNA. Por isso, convidei a senadora Kátia Abreu para participar do Agrobalsas", afirmou Lobão Filho.
Atendendo ao convite do senador Lobão Filho, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) participou do evento, onde debateu sobre as novas exigências do Código Florestal. Maior vitrine do agronegócio estadual, a Agrobalsas reúne mais de 300 expositores e deverá receber mais de 100 mil pessoas. A expectativa de realização de negócios é da ordem de R$ 300 milhões.
O peemedebista agradeceu a forma carinhosa e gentil como foi recebido em Balsas pelos moradores, produtores e a organização da Agrobalsas. Ele ressaltou em seu pronunciamento que não estava como pré-candidato. “Estou hoje aqui como Senador da República. Percebo que, hoje, aqui em Balsas representa tudo aquilo em que acredito: um período de transformação do nosso Estado”.
Segundo o peemedebista, sete milhões de maranhenses conseguem enxergar e fazer a transformação da região com muito trabalho. Conhecedora da realidade da região e da importância do evento, a senadora Kátia Abreu atendeu ao convite de Lobão Filho para prestigiar a Agrobalsas. “Senadora, a senhora não imagina a honra e a alegria que eu tive em ter a oportunidade de acompanha-la, aqui, ao meu Estado”.
PIB forte - Analisando a situação econômica do país, o senador disse que se não fosse a agricultura e pecuária brasileira, o país seria mais pobre. “São vocês que seguram o PIB brasileiro e seguram todo o orgulho que o Brasil tem no exterior como o maior fornecedor de alimentos do mundo”. Ele lembrou ainda que “se não tiver uma classe forte de produção, nada disso funciona”, recebendo aplausos do público.
Lobão Filho ouviu dos empresários do setor rural que o Estado precisa investir mais no armazenamento apropriado, na garantia de energia e no escoamento da produção. Segundo o peemedebista, com a construção de novas estradas chegam mais empresas para gerar empregos e renda. O desenvolvimento social vem como consequência. O senador também falou sobre os entraves da burocracia nos serviços públicos.
“Vamos estimular quem quer acreditar na sua capacidade de produzir, contribuindo para que o Maranhão cresça”, disse o senador. O Estado e municípios, segundo ele, precisam repensar esse modelo atual e acabar com a burocracia no setor público. Encerrando o seu pronunciamento, Lobão Filho afirmou: “Tenho convicção que podemos fazer do Maranhão um Estado espetacular. Se tiver a pessoa certa no lugar certo, acreditando na nossa terra, eu tenho a certeza que nossa terra vai dar a resposta a todos que têm esperança nela. Deus abençoou essa terra e, por isso, abençoou cada um de nós. Nós temos pessoas para mudar a vida de nosso Estado. Deus vai permitir que isso aconteça”.
O presidente da Fapcen José Antônio Görgen enfatizou que “o Maranhão precisa colocar no seu comando um empresário para tocar o Estado, alguém que fale a nossa língua, nos defenda e que a gente vá lá, converse e resolva”. Também prestigiaram a solenidade os secretários de Estado Cláudio Azevedo (Agricultura, Pecuária e Pesca), Maurício Macedo (Indústria e Comércio), o deputado estadual Alexandre Almeida, representando o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo; dirigentes e executivos dos bancos públicos, prefeitos e lideranças municipais, parlamentares e representantes do setor agropecuário.

Fonte:Brasil247

O pré-candidato peemedebista ao governo ouviu dos empresários do setor rural que o Estado precisa investir mais no armazenamento apropriado, na garantia de energia e no escoamento da produção; segundo o senador, com a construção de novas estradas chegam mais empresas para gerar empregos e renda. Para Lobão Filho se faz necessário pôr fim aos entraves  burocráticos no serviço público. O senador Lobão Filho (PMDB) pré-candidato ao governo estadual propôs uma ação mais empreendedora no setor agroindustrial do estado ao abrir a 12ª Agrobalsas ontem, na cidade de Balsas, no sul do Maranhão.
Segundo Lobão Filho, a visão empreendedora da agricultura industrial da Região Sul do Maranhão deve ser levada para outras regiões do estado, onde for possível plantar para gerar empregos e renda nos municípios.
Para o pré-candidato peemedebista, "temos que buscar as vocações de cada local. E aquela cidade que tiver vocação à agricultura, podemos buscar ações e linhas de trabalho junto a CNA. Por isso, convidei a senadora Kátia Abreu para participar do Agrobalsas", afirmou Lobão Filho.
Atendendo ao convite do senador Lobão Filho, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) participou do evento, onde debateu sobre as novas exigências do Código Florestal. Maior vitrine do agronegócio estadual, a Agrobalsas reúne mais de 300 expositores e deverá receber mais de 100 mil pessoas. A expectativa de realização de negócios é da ordem de R$ 300 milhões.
O peemedebista agradeceu a forma carinhosa e gentil como foi recebido em Balsas pelos moradores, produtores e a organização da Agrobalsas. Ele ressaltou em seu pronunciamento que não estava como pré-candidato. “Estou hoje aqui como Senador da República. Percebo que, hoje, aqui em Balsas representa tudo aquilo em que acredito: um período de transformação do nosso Estado”.
Segundo o peemedebista, sete milhões de maranhenses conseguem enxergar e fazer a transformação da região com muito trabalho. Conhecedora da realidade da região e da importância do evento, a senadora Kátia Abreu atendeu ao convite de Lobão Filho para prestigiar a Agrobalsas. “Senadora, a senhora não imagina a honra e a alegria que eu tive em ter a oportunidade de acompanha-la, aqui, ao meu Estado”.
PIB forte - Analisando a situação econômica do país, o senador disse que se não fosse a agricultura e pecuária brasileira, o país seria mais pobre. “São vocês que seguram o PIB brasileiro e seguram todo o orgulho que o Brasil tem no exterior como o maior fornecedor de alimentos do mundo”. Ele lembrou ainda que “se não tiver uma classe forte de produção, nada disso funciona”, recebendo aplausos do público.
Lobão Filho ouviu dos empresários do setor rural que o Estado precisa investir mais no armazenamento apropriado, na garantia de energia e no escoamento da produção. Segundo o peemedebista, com a construção de novas estradas chegam mais empresas para gerar empregos e renda. O desenvolvimento social vem como consequência. O senador também falou sobre os entraves da burocracia nos serviços públicos.
“Vamos estimular quem quer acreditar na sua capacidade de produzir, contribuindo para que o Maranhão cresça”, disse o senador. O Estado e municípios, segundo ele, precisam repensar esse modelo atual e acabar com a burocracia no setor público. Encerrando o seu pronunciamento, Lobão Filho afirmou: “Tenho convicção que podemos fazer do Maranhão um Estado espetacular. Se tiver a pessoa certa no lugar certo, acreditando na nossa terra, eu tenho a certeza que nossa terra vai dar a resposta a todos que têm esperança nela. Deus abençoou essa terra e, por isso, abençoou cada um de nós. Nós temos pessoas para mudar a vida de nosso Estado. Deus vai permitir que isso aconteça”.
O presidente da Fapcen José Antônio Görgen enfatizou que “o Maranhão precisa colocar no seu comando um empresário para tocar o Estado, alguém que fale a nossa língua, nos defenda e que a gente vá lá, converse e resolva”. Também prestigiaram a solenidade os secretários de Estado Cláudio Azevedo (Agricultura, Pecuária e Pesca), Maurício Macedo (Indústria e Comércio), o deputado estadual Alexandre Almeida, representando o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo; dirigentes e executivos dos bancos públicos, prefeitos e lideranças municipais, parlamentares e representantes do setor agropecuário.

Fonte:Brasil247

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