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Cientistas pedem desculpa por erro em estudo sobre a hidroxicloroquina

Cientistas pedem desculpa por erro em estudo sobre a hidroxicloroquina

Foto:JN
A revista científica “The Lancet” publicou, nesta quinta-feira (4), uma nota de retratação dos autores do estudo com cloroquina e hidroxicloroquina para Covid-19 publicado por ela própria no dia 22 de maio. Os cientistas afirmaram não poder mais garantir a veracidade dos dados usados para fundamentar a pesquisa, que havia constatado risco no uso das substâncias contra o novo coronavírus.

A pesquisa, que analisou dados médicos de 96 mil pessoas, motivou a OMS a suspender os testes com hidroxicloroquina nos ensaios clínicos Solidariedade, iniciativa internacional coordenada pela organização. Na quarta (3), depois da publicação de uma “manifestação de preocupação” sobre o estudo pela ”The Lancet”, a entidade decidiu retomar os testes com a substância.

A retratação do estudo é o passo seguinte à manifestação de preocupação, que faz com que ele não possa ser citado, no futuro, em outras pesquisas científicas. (Veja íntegra da nota de retratação ao final desta reportagem).

Além de comunicar a retratação dos autores, a revista afirmou que a pesquisa será atualizada e terá a informação sobre a retratação “em breve”.

Veja íntegra da nota da ‘The Lancet’:

“Hoje, três dos autores do artigo “Hydroxychloroquine or chloroquine with or without a macrolide for treatment of COVID-19: a multinational registry analysis” pediram a retirada de seu estudo. Eles não conseguiram completar uma auditoria independente dos dados que sustentam sua análise. Como resultado, eles concluíram que não podem mais “garantir a veracidade das fontes de dados primárias”.

A “The Lancet” leva a sério as questões referentes à integridade científica e há muitas questões pendentes sobre a empresa Surgisphere e os dados que supostamente foram incluídos neste estudo. Seguindo as diretrizes do Comitê de Ética em Publicações (COPE, em inglês) e do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (ICMJE, em inglês), análises institucionais das colaborações de pesquisa da Surgisphere se fazem urgentes e necessárias.

A nota de retratação foi publicada hoje, 4 de junho de 2020. O artigo será atualizado e vai conter essa informação em breve.”

Os autores do estudo não fizeram ensaios clínicos: eles analisaram os dados da base da empresa “Surgisphere”, que pertence a um dos autores. Segundo o estudo publicado na “The Lancet”, as informações haviam sido coletadas de 671 hospitais em 6 continentes.

New England Journal of Medicine

A revista científica “New England Journal of Medicine” também publicou uma retratação de autores em relação aos resultados de uma segunda pesquisa, não relacionada ao estudo da “The Lancet”, que também foram constatados com base nos dados da “Surgisphere”.

O estudo, publicado em 1º de maio, investigava os efeitos que medicamentos para tratar problemas cardiovasculares poderiam ter na Covid-19. Foram usados os dados de 169 hospitais em 3 continentes.

Como todos os autores não tiveram acesso aos dados brutos e os dados brutos não puderam ser disponibilizados para um auditor externo, não podemos validar as principais fontes de dados subjacentes ao nosso artigo, “Doença cardiovascular, terapia medicamentosa e mortalidade em Covid-19. ” Portanto, solicitamos que o artigo seja retirado. Pedimos desculpas aos editores e leitores da Revista pelas dificuldades que isso causou.”

Brasil

Depois da decisão da OMS de suspender o uso da hidroxicloroquina em ensaios internacionais de Covid-19, o Ministério da Saúde brasileiro manteve a recomendação dela e da cloroquina para a doença. Ambos os medicamentos são usados para tratar alguns tipos de malária e de doenças autoimunes, como o lúpus.

Ao comunicar a decisão, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou que o estudo não tinha uma metodologia “aceitável para servir de referência”.

“O estudo [da Lancet] não é um ensaio clínico, é apenas um banco de dados coletado de vários países. Não entra em um estudo metodologicamente aceitável para servir de referência para outros países, muito menos para o Brasil”, declarou Pinheiro. (Informações Bem Estar)

Foto:JN
A revista científica “The Lancet” publicou, nesta quinta-feira (4), uma nota de retratação dos autores do estudo com cloroquina e hidroxicloroquina para Covid-19 publicado por ela própria no dia 22 de maio. Os cientistas afirmaram não poder mais garantir a veracidade dos dados usados para fundamentar a pesquisa, que havia constatado risco no uso das substâncias contra o novo coronavírus.

A pesquisa, que analisou dados médicos de 96 mil pessoas, motivou a OMS a suspender os testes com hidroxicloroquina nos ensaios clínicos Solidariedade, iniciativa internacional coordenada pela organização. Na quarta (3), depois da publicação de uma “manifestação de preocupação” sobre o estudo pela ”The Lancet”, a entidade decidiu retomar os testes com a substância.

A retratação do estudo é o passo seguinte à manifestação de preocupação, que faz com que ele não possa ser citado, no futuro, em outras pesquisas científicas. (Veja íntegra da nota de retratação ao final desta reportagem).

Além de comunicar a retratação dos autores, a revista afirmou que a pesquisa será atualizada e terá a informação sobre a retratação “em breve”.

Veja íntegra da nota da ‘The Lancet’:

“Hoje, três dos autores do artigo “Hydroxychloroquine or chloroquine with or without a macrolide for treatment of COVID-19: a multinational registry analysis” pediram a retirada de seu estudo. Eles não conseguiram completar uma auditoria independente dos dados que sustentam sua análise. Como resultado, eles concluíram que não podem mais “garantir a veracidade das fontes de dados primárias”.

A “The Lancet” leva a sério as questões referentes à integridade científica e há muitas questões pendentes sobre a empresa Surgisphere e os dados que supostamente foram incluídos neste estudo. Seguindo as diretrizes do Comitê de Ética em Publicações (COPE, em inglês) e do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (ICMJE, em inglês), análises institucionais das colaborações de pesquisa da Surgisphere se fazem urgentes e necessárias.

A nota de retratação foi publicada hoje, 4 de junho de 2020. O artigo será atualizado e vai conter essa informação em breve.”

Os autores do estudo não fizeram ensaios clínicos: eles analisaram os dados da base da empresa “Surgisphere”, que pertence a um dos autores. Segundo o estudo publicado na “The Lancet”, as informações haviam sido coletadas de 671 hospitais em 6 continentes.

New England Journal of Medicine

A revista científica “New England Journal of Medicine” também publicou uma retratação de autores em relação aos resultados de uma segunda pesquisa, não relacionada ao estudo da “The Lancet”, que também foram constatados com base nos dados da “Surgisphere”.

O estudo, publicado em 1º de maio, investigava os efeitos que medicamentos para tratar problemas cardiovasculares poderiam ter na Covid-19. Foram usados os dados de 169 hospitais em 3 continentes.

Como todos os autores não tiveram acesso aos dados brutos e os dados brutos não puderam ser disponibilizados para um auditor externo, não podemos validar as principais fontes de dados subjacentes ao nosso artigo, “Doença cardiovascular, terapia medicamentosa e mortalidade em Covid-19. ” Portanto, solicitamos que o artigo seja retirado. Pedimos desculpas aos editores e leitores da Revista pelas dificuldades que isso causou.”

Brasil

Depois da decisão da OMS de suspender o uso da hidroxicloroquina em ensaios internacionais de Covid-19, o Ministério da Saúde brasileiro manteve a recomendação dela e da cloroquina para a doença. Ambos os medicamentos são usados para tratar alguns tipos de malária e de doenças autoimunes, como o lúpus.

Ao comunicar a decisão, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou que o estudo não tinha uma metodologia “aceitável para servir de referência”.

“O estudo [da Lancet] não é um ensaio clínico, é apenas um banco de dados coletado de vários países. Não entra em um estudo metodologicamente aceitável para servir de referência para outros países, muito menos para o Brasil”, declarou Pinheiro. (Informações Bem Estar)

Passa de 30 mil o número de casos do novo coronavírus no Maranhão

Passa de 30 mil o número de casos do novo coronavírus no Maranhão

Foram confirmados mais 2.503 casos que atestaram positivo para a doença.

Foto de reprodução
Os dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta-feira (28), mostram que já são 30482 o número de casos de coronavírus em todo o estado. Dos 3216 testes realizados, mais 2.503 casos atestaram positivo para a doença.
Segundo as informações do boletim epidemiológico, existem 21507 casos ativos da doença, desses, 20128 pacientes estão em isolamento domiciliar, 907 estão internados em leitos de enfermaria e 4642 em leitos de UTI.
Dos novos casos registrados, a grande maioria são dos interiores, somando 2155 pessoas que atestaram positivo para a doença, em Imperatriz foram 81 e na Ilha de São Luís 267 casos.
Segundo o boletim, já somam 911 óbitos e nesta quinta-feira (28) mais 31 óbitos foram contabilizados nas seguintes cidades: 1 em Axixá, 1 em Luís Domingues, 1 em Bom Jardim, 1 em Paço do Lumiar, 1 em Amarante do Maranhão, 1 em Lago da Pedra, 1 em Cantanhede, 2 em Bequimão, 2 em Pinheiro, 2 em São Mateus do Maranhão, 2 em São Bernardo, 2 em São Luís e 7 em Imperatriz.
A SES informou também que mais 7117 pessoas obtiveram a recuperação e estão de alta da quarentena, desses, 74 são profissionais da saúde. Agora, em todo o estado são 8064 os casos que tiveram total recuperação do quadro.

Fonte: O IMPARCIAL

Foram confirmados mais 2.503 casos que atestaram positivo para a doença.

Foto de reprodução
Os dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta-feira (28), mostram que já são 30482 o número de casos de coronavírus em todo o estado. Dos 3216 testes realizados, mais 2.503 casos atestaram positivo para a doença.
Segundo as informações do boletim epidemiológico, existem 21507 casos ativos da doença, desses, 20128 pacientes estão em isolamento domiciliar, 907 estão internados em leitos de enfermaria e 4642 em leitos de UTI.
Dos novos casos registrados, a grande maioria são dos interiores, somando 2155 pessoas que atestaram positivo para a doença, em Imperatriz foram 81 e na Ilha de São Luís 267 casos.
Segundo o boletim, já somam 911 óbitos e nesta quinta-feira (28) mais 31 óbitos foram contabilizados nas seguintes cidades: 1 em Axixá, 1 em Luís Domingues, 1 em Bom Jardim, 1 em Paço do Lumiar, 1 em Amarante do Maranhão, 1 em Lago da Pedra, 1 em Cantanhede, 2 em Bequimão, 2 em Pinheiro, 2 em São Mateus do Maranhão, 2 em São Bernardo, 2 em São Luís e 7 em Imperatriz.
A SES informou também que mais 7117 pessoas obtiveram a recuperação e estão de alta da quarentena, desses, 74 são profissionais da saúde. Agora, em todo o estado são 8064 os casos que tiveram total recuperação do quadro.

Fonte: O IMPARCIAL

ATENDIMENTO A PACIENTES COM CORONAVÍRUS PELO DISQUE COVID

ATENDIMENTO A PACIENTES COM CORONAVÍRUS PELO DISQUE COVID

O Disque Covid atende pacientes acometidos pelo coronavirus, que estão em isolamento social. Os profissionais prestam auxílio com orientações clínicas e gerais. Além disso, as pessoas podem agendar exames. O número é (98) 3190-9091 e funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 19h
Equipe de atendimento.



O Disque Covid atende pacientes acometidos pelo coronavirus, que estão em isolamento social. Os profissionais prestam auxílio com orientações clínicas e gerais. Além disso, as pessoas podem agendar exames. O número é (98) 3190-9091 e funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 19h
Equipe de atendimento.



Portadores de HIV comemoram aprovação de lei contra discriminação

Portadores de HIV comemoram aprovação de lei contra discriminação

Proposta foi aprovada depois de dez anos por deputados senadores.
No primeiro semestre, 140 casos de AIDS foram registrados em MS.

Do G1 MS com informações da TV Morena
Mulher portadora de HIV fala sobre nova lei que pune discriminação (Foto: Reprodução/TV Morena)Entrou em vigor na terça-feira (3) uma lei que trata como crime a discriminação contra portadores do vírus da AIDS. A partir de agora quem discriminar pessoas portadoras do vírus HIV pode ser condenado à prisão.
A Lei Federal, que acaba de ser publicada, prevê pena de um a quatro anos de reclusão. A proposta levou mais de uma década para ser aprovada pelos deputados e senadores. Só este ano em Mato Grosso do Sul foram registrados 140 casos. No ano passado foram quase 500 e em 2013 também. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que 718 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no Brasil.
Pela lei, ninguém pode recusar, cancelar ou impedir a inscrição de alunos com HIV tanto em creches quanto em estabelecimentos de ensinos públicos ou privados.
Negar emprego, demitir ou segregar pessoas por causa da doença, divulgar a condição do portador do vírus com a intenção de ofender a dignidade, recusar ou retardar atendimento à saúde para quem tem AIDS. Para quem já sofreu com o preconceito e precisa esconder o rosto por vergonha a lei representa um avanço e traz o sentimento de justiça.
Em entrevista à TV Morena, uma mulher, que prefere não mostrar o rosto, soube que tem AIDS há cinco anos. Ela conta que foi infectada pelo ex-marido e o único amigo que ela decidiu contar da doença, se afastou.
"Até mesmo por ser um sexo oposto, eu optei por contar pra ver qual seria a reação. E essa pessoa se afastou de mim." Outra mulher conta que também foi infectada pelo ex-marido durante a gravidez.

O filho do casal nasceu com AIDS. Agora, nove anos depois, a criança está sofrendo preconceito na escola porque um ex-namorado da mãe contou o fato para alguns vizinhos.
"É chato pelo meu filho que é menor de idade, e ainda não tá apto a entender tudo isso, né? Ele não tem culpa do que aconteceu, e eu não quero passar essas coisas pra ele. E as pessoas agem de má fé, acha que está prejudicando a gente que é adulto, afinal ele está prejudicando uma criança e não é isso que eu quero pro meu filho", lamentou.
O advogado Lucas Rosa explica que apesar de a lei prever prisão para os condenados, isso não deve acontecer. "Obrigatoriamente a pessoa condenada por este crime vai ter o direito de substituir a pena privativa de liberdade pela pena restritiva de direitos. No mais das vezes é uma prestação pecuniária, prestação de serviços à comunidade, com multa ou sem multa, a pessoa não cumprirá pena na prisão neste caso. Isso é certo", informou

 


Proposta foi aprovada depois de dez anos por deputados senadores.
No primeiro semestre, 140 casos de AIDS foram registrados em MS.

Do G1 MS com informações da TV Morena
Mulher portadora de HIV fala sobre nova lei que pune discriminação (Foto: Reprodução/TV Morena)Entrou em vigor na terça-feira (3) uma lei que trata como crime a discriminação contra portadores do vírus da AIDS. A partir de agora quem discriminar pessoas portadoras do vírus HIV pode ser condenado à prisão.
A Lei Federal, que acaba de ser publicada, prevê pena de um a quatro anos de reclusão. A proposta levou mais de uma década para ser aprovada pelos deputados e senadores. Só este ano em Mato Grosso do Sul foram registrados 140 casos. No ano passado foram quase 500 e em 2013 também. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que 718 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no Brasil.
Pela lei, ninguém pode recusar, cancelar ou impedir a inscrição de alunos com HIV tanto em creches quanto em estabelecimentos de ensinos públicos ou privados.
Negar emprego, demitir ou segregar pessoas por causa da doença, divulgar a condição do portador do vírus com a intenção de ofender a dignidade, recusar ou retardar atendimento à saúde para quem tem AIDS. Para quem já sofreu com o preconceito e precisa esconder o rosto por vergonha a lei representa um avanço e traz o sentimento de justiça.
Em entrevista à TV Morena, uma mulher, que prefere não mostrar o rosto, soube que tem AIDS há cinco anos. Ela conta que foi infectada pelo ex-marido e o único amigo que ela decidiu contar da doença, se afastou.
"Até mesmo por ser um sexo oposto, eu optei por contar pra ver qual seria a reação. E essa pessoa se afastou de mim." Outra mulher conta que também foi infectada pelo ex-marido durante a gravidez.

O filho do casal nasceu com AIDS. Agora, nove anos depois, a criança está sofrendo preconceito na escola porque um ex-namorado da mãe contou o fato para alguns vizinhos.
"É chato pelo meu filho que é menor de idade, e ainda não tá apto a entender tudo isso, né? Ele não tem culpa do que aconteceu, e eu não quero passar essas coisas pra ele. E as pessoas agem de má fé, acha que está prejudicando a gente que é adulto, afinal ele está prejudicando uma criança e não é isso que eu quero pro meu filho", lamentou.
O advogado Lucas Rosa explica que apesar de a lei prever prisão para os condenados, isso não deve acontecer. "Obrigatoriamente a pessoa condenada por este crime vai ter o direito de substituir a pena privativa de liberdade pela pena restritiva de direitos. No mais das vezes é uma prestação pecuniária, prestação de serviços à comunidade, com multa ou sem multa, a pessoa não cumprirá pena na prisão neste caso. Isso é certo", informou

 


Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível, dizem cientistas

Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível, dizem cientistas

O câncer de próstata pode ser uma doença sexualmente transmissível causada por uma infecção comum, porém muitas vezes silenciosa, transmitida durante a relação sexual, de acordo com um grupo de pesquisadores americanos.
Apesar de vários tipos de câncer serem causados por infecções, o grupo britânico Cancer Research UK, que realiza pesquisas sobre a doença, diz que é muito cedo para adicionar o câncer de próstata a esta lista.
Cientistas da Universidade da Califórnia testaram células da próstata humana em laboratório e descobriram que uma infecção sexual chamada tricomoníase ajudava no crescimento do câncer.
Agora, mais pesquisas são necessárias para confirmar essa ligação, disseram os cientistas na publicação da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Infecção sexual

Acredita-se que cerca de 275 milhões de pessoas no mundo estejam infectadas pela tricomoníase. Ela é a infecção não-viral mais comum transmitida sexualmente.
Muitas vezes, a infecção não apresenta sintomas e a pessoa não está ciente de que está contaminada.
Homens podem sentir coceira ou irritação dentro do pênis, ardor após urinar ou ejacular, ou um corrimento branco no pênis.
Já mulheres podem sentir coceira ou dor na região genital, desconforto ao urinar ou um cheiro desagradável.
Esta pesquisa não é a primeira a sugerir uma ligação entre a tricomoníase e o câncer de próstata. Um estudo realizado em 2009 descobriu que um quarto dos homens com câncer de próstata mostrou sinais de tricomoníase, e estes indivíduos eram mais propensos a ter tumores avançados.
O estudo da PNAS sugere como a doença sexualmente transmissível poderia tornar os homens mais vulneráveis ao câncer de próstata, embora não seja a prova definitiva dessa ligação.
A professora Patricia Johnson e seus colegas descobriram que o parasita que causa a tricomoníase - Trichomonas vaginalis - produz uma proteína que causa inflamação e invasão de células benignas e cancerosas da próstata.
Eles dizem que mais estudos devem, agora, explorar esse dado - especialmente diante do fato de que a causa do câncer de próstata segue desconhecida.

Quebra-cabeça

Nicola Smith, do Cancer Research UK, disse: "Este estudo sugere um possível caminho pelo qual o parasita Trichomonas vaginalis poderia incentivar células cancerosas da próstata para crescer e se desenvolver mais rapidamente".
"Mas a pesquisa foi feita apenas no laboratório, e evidências anteriores em pacientes não mostraram uma clara ligação entre o câncer de próstata e esta infecção sexualmente transmissível".
"Há uma grande quantidade de pesquisas sobre o risco de câncer de próstata e estamos trabalhando duro para juntaras peças do quebra-cabeça".
Segundo ele, ainda há fatores de estilo de vida desconhecidos que parecem afetar o risco de desenvolver a doença, sem nenhuma evidência convincente de uma ligação com a infecção.
"O risco do câncer de próstata é conhecido com o aumento da idade", disse Smith.
O câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 70 anos, e é possível que haja algum risco genético, já que a doença pode ocorrer em famílias.
BBC Brasil 
O câncer de próstata pode ser uma doença sexualmente transmissível causada por uma infecção comum, porém muitas vezes silenciosa, transmitida durante a relação sexual, de acordo com um grupo de pesquisadores americanos.
Apesar de vários tipos de câncer serem causados por infecções, o grupo britânico Cancer Research UK, que realiza pesquisas sobre a doença, diz que é muito cedo para adicionar o câncer de próstata a esta lista.
Cientistas da Universidade da Califórnia testaram células da próstata humana em laboratório e descobriram que uma infecção sexual chamada tricomoníase ajudava no crescimento do câncer.
Agora, mais pesquisas são necessárias para confirmar essa ligação, disseram os cientistas na publicação da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Infecção sexual

Acredita-se que cerca de 275 milhões de pessoas no mundo estejam infectadas pela tricomoníase. Ela é a infecção não-viral mais comum transmitida sexualmente.
Muitas vezes, a infecção não apresenta sintomas e a pessoa não está ciente de que está contaminada.
Homens podem sentir coceira ou irritação dentro do pênis, ardor após urinar ou ejacular, ou um corrimento branco no pênis.
Já mulheres podem sentir coceira ou dor na região genital, desconforto ao urinar ou um cheiro desagradável.
Esta pesquisa não é a primeira a sugerir uma ligação entre a tricomoníase e o câncer de próstata. Um estudo realizado em 2009 descobriu que um quarto dos homens com câncer de próstata mostrou sinais de tricomoníase, e estes indivíduos eram mais propensos a ter tumores avançados.
O estudo da PNAS sugere como a doença sexualmente transmissível poderia tornar os homens mais vulneráveis ao câncer de próstata, embora não seja a prova definitiva dessa ligação.
A professora Patricia Johnson e seus colegas descobriram que o parasita que causa a tricomoníase - Trichomonas vaginalis - produz uma proteína que causa inflamação e invasão de células benignas e cancerosas da próstata.
Eles dizem que mais estudos devem, agora, explorar esse dado - especialmente diante do fato de que a causa do câncer de próstata segue desconhecida.

Quebra-cabeça

Nicola Smith, do Cancer Research UK, disse: "Este estudo sugere um possível caminho pelo qual o parasita Trichomonas vaginalis poderia incentivar células cancerosas da próstata para crescer e se desenvolver mais rapidamente".
"Mas a pesquisa foi feita apenas no laboratório, e evidências anteriores em pacientes não mostraram uma clara ligação entre o câncer de próstata e esta infecção sexualmente transmissível".
"Há uma grande quantidade de pesquisas sobre o risco de câncer de próstata e estamos trabalhando duro para juntaras peças do quebra-cabeça".
Segundo ele, ainda há fatores de estilo de vida desconhecidos que parecem afetar o risco de desenvolver a doença, sem nenhuma evidência convincente de uma ligação com a infecção.
"O risco do câncer de próstata é conhecido com o aumento da idade", disse Smith.
O câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 70 anos, e é possível que haja algum risco genético, já que a doença pode ocorrer em famílias.
BBC Brasil 

Comunidade de GO tem alta incidência de doença rara

Comunidade de GO tem alta incidência de doença rara

Moradores de Araras sofrem de uma doença de pele que provoca raros tumores


Em Araras, mais de 20 pessoas das cerca de 800 que moram no local tem a doença. A incidência é de 1 para 40 pessoas -- muito acima da taxa de 1 em 1 milhão registrada nos EUA.
As pessoas diagnosticadas com  'XP' são extremamente sensíveis aos raios ultravioletas do sol e altamente suscetíveis ao câncer de pele. Para os moradores de Araras, isso é particularmente delicado, já que a região vive sob forte sol praticamente o ano inteiro e a atividade agrícola -- ou seja, ao ar livre -- é vital para a sobrevivência



Fonte: Msn

Moradores de Araras sofrem de uma doença de pele que provoca raros tumores


Em Araras, mais de 20 pessoas das cerca de 800 que moram no local tem a doença. A incidência é de 1 para 40 pessoas -- muito acima da taxa de 1 em 1 milhão registrada nos EUA.
As pessoas diagnosticadas com  'XP' são extremamente sensíveis aos raios ultravioletas do sol e altamente suscetíveis ao câncer de pele. Para os moradores de Araras, isso é particularmente delicado, já que a região vive sob forte sol praticamente o ano inteiro e a atividade agrícola -- ou seja, ao ar livre -- é vital para a sobrevivência



Fonte: Msn

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